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Coeficientes Técnicos e Custos de Produção na Agricultura do Estado do Espírito Santo

 

METODOLOGIA

 

O estudo foi realizado em diversas atividades agrícolas e nos diferentes níveis tecnológicos mais usados e/ou recomendados no Estado.

 

Para a maioria das culturas de ciclo curto, em razão da ausência ou da baixa necessidade de investimento, foram consideradas somente as despesas de custeio, que são aquelas efetivamente realizadas dentro de um ciclo de produção e referem-se, basicamente, aos gastos com insumos e serviços. No caso do uso da irrigação levou-se em conta a depreciação do equipamento.

 

No tocante às culturas permanentes, adotou-se como critério a definição de coeficientes técnicos e custos relacionados aos insumos, equipamentos e serviços necessários às fases de implantação e manutenção da cultura, até a estabilização da produção.

 

Não foi considerado neste trabalho o valor da terra e nem despesas gerais da propriedade como taxas, impostos, telefone, manutenção de residências e veículos, custos administrativos de gerenciamento, escrituração/documentação e outras despesas que por ventura venham a ocorrer como taxa de elaboração de projetos e assistência técnica, licenças ambientais, autorizações, nota fiscal e BDI (Bonificação de Despesas Indiretas) referente à prestação de serviços.

 

Os coeficientes técnicos levantados são os mais comumente encontrados nas principais regiões produtoras e, por isso, são representativos do estado do Espírito Santo devendo ser adaptados para atendimento a situações específicas. Foram levantadas informações disponíveis em literaturas já existentes, bem como foram realizadas consultas diretas a profissionais especializados, aproveitados estudos de acompanhamento de propriedades e consideradas as experiências práticas de empresas de planejamento, desenvolvimento e produção rural.

 

Os coeficientes técnicos relacionados à adubação, além dos dados levantados, foram consideradas também as informações disponíveis no Manual de Recomendação de Calagem e Adubação para o Estado do Espírito Santo – 2007 (5ª aproximação). Considerou-se, como critério para a indicação de adubação, a condição de baixa fertilidade dos solos predominantes na maior parte das áreas agrícolas do Estado.

 

Com relação aos produtos fitossanitários, as quantidades indicadas representam as mais comumente utilizadas nas principais regiões produtoras. Entretanto, a necessidade de aplicações depende de uma série de fatores locais.

 

Neste caso particular, recomenda-se fazer o manejo integrado de pragas e doenças através do monitoramento das lavouras. O controle químico só deve acontecer quando a infestação atingir o nível de dano recomendado e depois de esgotadas todas as alternativas de uso de tecnologias de controle natural e biológico, pouco agressivas ao meio ambiente.

 

Os preços dos produtos agrícolas foram levantados no mercado local (Grande Vitória) e em algumas regiões polos do interior do Estado do Espírito Santo, representando o preço médio de varejo dos mesmos. No caso da mão de obra, quando a atividade agrícola é realizada em várias regiões do Estado, foi considerado o preço mais comumente encontrado na maioria das regiões, e quando ocorre de forma concentrada foi considerado o preço daquela região específica. Todos os preços foram levantados no mês de janeiro de 2017.

 

Os coeficientes técnicos e custos das diferentes atividades agrícolas foram levantados considerando-se a área de 1 hectare (ha).

 

As informações utilizadas neste estudo estão em função das tecnologias vigentes à época da sua realização, podendo ocorrer variações de resultados com a evolução tecnológica.

 

 

 

   
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