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Chocolate e celulose impulsionam produção industrial no Espírito Santo

07 de abril de 2016

 

Indústria alimentícia registra crescimento de 15% em comparação com janeiro. É o primeiro resultado positivo desde setembro. Na comparação com fevereiro do ano passado, a queda é de 18%

 

Apesar da queda em 11 dos 14 estados brasileiros que compõem a Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, o Espírito Santo conseguiu avançar e cresceu 5,3% a produção no setor, na comparação de fevereiro com janeiro.

 

É o primeiro resultado positivo após uma série de quatro quedas consecutivas. No acumulado do primeiro bimestre, a queda é de 22,5% em comparação com aos primeiros meses de 2015.

 

Segundo o IBGE, o resultado positivo se deve ao crescimento de 15,7% da indústria de alimentícios, principalmente a produção de bombons e chocolates em barra visando a páscoa.

A produção de celulose e papel aumentou em 4,2%, assim como a os minerais não metálicos, como o granito e a cerâmica, que avançaram o mesmo percentual. A metalurgia, com a produção de bobinas de aço, também cresceu em 3% em fevereiro.

 

A principal queda na economia capixaba continua sendo o setor extrativista, que recuou 34,9% comparado com fevereiro de 2015, ainda refletindo o rompimento da barragem de rejeitos de minério da Samarco, em Mariana (MG).

 

Além da indústria capixaba, apenas o Pará, com 6,2% e Goiás, com 4,1%, registraram resultados positivos. A média nacional ficou em queda de 2,5%.

 

Cenário nacional

 

Os dados indicam que, na série com ajuste sazonal, os recuos mais intensos foram registrados na Bahia, onde a retração chegou a 7,9%, uma queda de 5,4 pontos percentuais em relação à taxa média para o país; e Amazonas, que teve baixa de 4,7%. No caso do Amazonas, o recuo foi o nono consecutivo, período em que o estado acumulou perda de 26,7%.

 

Também fecharam fevereiro com recuos superiores à média nacional, a região Nordeste, que encerrou fevereiro com queda de 3,6%; Santa Catarina (-3,3%); e Ceará (-2,8%). Já Pernambuco teve queda de 2,5%, igualando a média nacional.

 

Em São Paulo, onde fica o maior parque fabril do país, a retração de fevereiro em relação a janeiro foi de 2,1%. No campo negativo, mas como desempenho melhor do que a média do país ficaram Rio de Janeiro (-1,9%); Paraná (-1,6%); Rio Grande do Sul (-1,3%); e Minas Gerais (-0,7%).

 

Na outra ponta, fechou com resultados positivos Pará, como crescimento de 6,2%. Também apresentaram expansão foram Espírito Santo, com crescimento de 5,3%; e Goiás (4,1%).

 

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria nacional, que encerrou fevereiro com queda de 1% -- no trimestre fechado em fevereiro de 2016 frente ao nível acumulado nos três meses encerrados no mês anterior (janeiro) -- a análise regional indica que nove locais acusaram taxas negativas.

 

O principal recuo ocorreu em Pernambuco (-7,6%); seguido de Amazonas (-4,8%); Santa Catarina (-1,6%); e São Paulo (-1,2%). Por outro lado, Pará, com expansão de 3,8%; Goiás (1%) e Rio Grande do Sul (1%) ficaram com os avanços de fevereiro.

 

 

Fonte: Com informações da Agência O Globo

 

 

   
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